O ponto não é demonizar telas, e sim observar o que elas substituem. Toda hora de tela passiva é uma hora que não foi brincadeira livre, conversa, leitura ou movimento — e esses são os terrenos onde o cérebro mais cresce.
- Crie horários e lugares sem tela (refeições, quarto, primeira hora do dia)
- Assista junto sempre que possível — vire conversa
- Prefira conteúdo lento e narrativo a recortes rápidos
- Modele o uso: a criança copia o adulto, não a regra